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domingo, 10 de diciembre de 2017

Morreu Deputado João Marques N'tiama


Fonte :Unitaangola
Morreu Deputado João Marques N'tiama
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NOTA FÚNEBRE
(em memória do Deputado João Marques Ntiama)

Foi com muita tristeza que a Direcção da UNITA tomou conhecimento da morte do companheiro João Marques N’tiama, deputado à Assembleia Nacional.

João Marques N’tiama nasceu a 21 de Março de 1964, na Cidade de Mbanza Congo, Província do Zaire. Por força das convulsões políticas vividas na altura no Norte do País, João Marques N’tiama fez os seus estudos primários e secundários na República do Zaire, actual RDC, onde se filiou na UNITA em 1981.

Foi Coordenador das actividades clandestinas no Baixo Congo e posteriormente foi Secretário para a Mobilização da JURA no Instituto Superior em Kinshasa onde estudava Construção Civil. Como prova da sua dedicação à causa, em 1986, juntou-se à luta armada na Jamba, tendo trabalhado para a emissora VORGAN, onde foi locutor de programas nas línguas Kikongo e Francês.

Após os Acordos de Bicesse serviu o Partido na Província de Benguela e do Zaire. Na data da sua morte era Secretário Provincial da UNITA no Zaire, membro do Comité Permanente da Comissão Política e Deputado à Assembleia Nacional.

João Marques N’tiama foi um companheiro dedicado e muito disciplinado. A sua capacidade de mobilização era incomparável. Faleceu hoje, 9 de Dezembro de 2017, na República da África do Sul, por doença. Oportunamente, a Direcção do Partido informará à opinião pública em geral, e aos militantes da UNTA em particular, o programa das exéquias fúnebres do nosso ilustre companheiro.

Nesta hora de dor e consternação, a Direcção da UNITA apresenta à família enlutada os seus mais sentidos pêsames.
Paz à sua alma.

Luanda, 09 de Dezembro de 2017.

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política
www.unitaangola.org

UNITA rende homenagem a Carlos de Oliveira Fontoura

Fonte :KUP
UNITA rende homenagem a Carlos de Oliveira Fontoura
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A Direcção da UNITA cumpre o doloroso dever de comunicar que tomou conhecimento hoje, do passamento físico do Dr. Carlos de Oliveira Fontoura, membro da Comissão Política e do Conselho da Presidência, ocorrido em Lisboa, Portugal.

O Dr. Carlos de Oliveira Fontoura foi um militante da UNITA desde a primeira hora, tendo exercido funções no Governo de Transição como quadro do Ministério do Trabalho.

Forçado a refugiar-se em Portugal, depois dos acontecimentos que envolveram a transição para a independência de Angola, passou a exercer as suas funções na Representação da UNITA em Portugal, durante o tempo do conflito que terminou com os Acordos de Bicesse, em 1991.

Eleito Deputado à Assembleia Nacional nas eleições de 1992, Carlos de oliveira Fontoura exerceu as funções de Deputado a partir de 1997. Continuou neste Órgão de Soberania depois das eleições de 2008. Exerceu vários cargos ao nível da Direcção do Partido, tendo desempenhado todas as funções com zelo e dedicação.

Militante consequente, homem bastante experiente, simples e de fácil trato, além das boas relações que manteve com os seus companheiros no seio do Partido, o malogrado construiu e manteve relações de amizade sem limites, dentro e fora do Partido.

Em determinada altura do seu percurso, nos últimos anos, Carlos de Oliveira Fontoura foi acometido de doença que fragilizou o seu estado de saúde e que acabou, agora, por retirá-lo do nosso seio.

Nesta hora de luto e dor, a Direcção da UNITA presta a sua homenagem a este ilustre filho de Angola e exprime a sua solidariedade à família enlutada, certo de que Deus o tenha em Paz na sua Eternidade.

Paz a Sua Alma.

Luanda, 06 de Dezembro de 2017.

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política.
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Deputados acusam autoridades da Lunda Norte de negligenciar morte de crianças

Deputados acusam autoridades da Lunda Norte de negligenciar morte de crianças
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Os Deputados da UNITA realizaram às 15h00 horas desta terça-feira, 05 de Dezembro de 2017, o seu primeiro encontro oficial com os homens da imprensa nacional e internacional, desde as eleições de 23 de Agosto de 2017.

No encontro, moderado pelo Líder Parlamentar, Adalberto Costa Júnior, os deputados Joaquim Nafoia, Clarice Mukunda e o Dr. Figueiredo Mateus apresentaram o resultado da constatação que efectuaram durante a sua deslocação às localidades de Kuango e Kafunfu.

O deputado Joaquina Nafoia que esteve na auscultação das autoridades na Lunda-Norte sobre a situação das mortes, confirmou a perda generalizada de crianças no Hospital Central da região e outros centros médicos.

“Fomos recebidos pelo director Municipal, que também é médico clínico, que refutou que não havia mortes. Disse-nos que de um de Setembro a 27 de Novembro, o dia que nós chegamos, o hospital apenas tinha registado a morte de oito crianças por malária. Mas, quando fomos visitar as enfermarias, principalmente na área de pediatria, e o hospital no seu todo, mesmo nas enfermarias de adultos, só havia crianças”, sustentou.

“Os outros médicos que lá estavam disseram-nos que o director estava a mentir. Aqui estão a morrer muitas crianças. Há um dos médicos que nos disse, e nós temos o registo, que de ontem mesmo para hoje morreram cinco crianças aqui no hospital, outros médicos angolanos disserem isso”, prosseguiu Nafoia.

Por seu lado, Clarisse Mukinda afirmou que o problema decorre da má gestão do governo, da corrupção e da falta de sensibilidade das autoridades para com as populações.

“O meu colega, deputado Nafoia fez uma radiografia bastante exaustiva sobre a situação social e económica da localidade de Kafunfu, que consideramos bastante grave. E, tudo isso decorre, ao meu ver, da má gestão, má governação, portanto, da corrupção e de falta de sensibilidade”, afirmou Mukinda, acrescentando que àquelas populações do Kafunfu são negados os direitos fundamentais constitucionalmente consagrados, e nestas circunstâncias o seguimento social mais afectado é a criança.

O Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA, apelou ao governo a requalificação para a vila de Kafunfu, a alocação de meios adequados à administração municipal do Cuango, para a recolha do lixo e saneamento básico, em geral, o combate e o estancamento às ravinas, o reflorestamento do território geográfico, a reabilitação das vias.

Adalberto Costa Júnior realçou, na oportunidade, a arborização da vila, o estancamento dos desvios e devastação dos rios, a reabilitação urgente o hospital regional, bem como a fiscalização das instituições hospitalares.

Para responsável, o propósito do Grupo Parlamentar não foi mais do que fazer um alerta que permitisse uma reacção urgente, da parte das autoridades locais.

Analistas defendem justiça transparente no caso “Rufino”

Fonte :KUP
Analistas defendem justiça transparente no caso “Rufino”
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O assunto foi debatido este Domingo, 3 de Dezembro de 2017, no programa “Angola E O Mundo Em 7 DIAS”, em que os convidados ao analisar os diferentes temas noticiosos defenderam justiça cabal no processo.

Sapalo António questiona a transparência do caso, dada a postura menos positiva que caracteriza o partido do governo que conduz o país.

“Eu sempre disse que, conheci o MPLA quando estava na mata, durante a guerrilha, nunca até este momento que, nós estamos a falar, nunca ouvi e nunca vi o MPLA a reconhecer os erros que comete. Nunca! O MPLA pode estar a te matar, todo mundo a ver, mas vai dizer que, eu não fiz, sob pena de inventar o culpado. É o caso do Rufino que estamos a falar”, afirmou o político, acrescentando que, “durante a governação do MPLA, as pessoas não conseguiram perceber, o MPLA é um partido caracterizado pela violência”.

Durante a sua intervenção o membro da direcção do PRS, considera que, João Maria de Sousa, que supervisiona o processo-crime, na condição de Procurador-geral da República, não tem moral para falar sobre essas questões, entretanto, espera que os autores estejam a contas com as instâncias judiciais e que a justiça seja feita.

“Zé Maria não tem moral para falar sobre essas questões. Bom. Como nunca é tarde, o importante é que os autores esteja a conta com a justiça e a justiça seja feita e seja mesmo uma pena mesmo pesada, para que, de facto, as outras pessoas envolvidas em acções públicas não venham a cometer este erro”.

Anselmo Chundumunla questiona o papel menos interventivo demonstrado pelos intelectuais angolanos no caso que mexeu com a sociedade.

“O meu problema só está aí. Os intelectuais o que é que fazem? Juristas, advogados, sociólogos, politólogos, psicólogos., não dizem absolutamente nada?”, lamentou, apontando que se trata de um caso que seria sanado de imediato pelas autoridades governamentais.

“Ou os outros que governam sabem e conhecem o que é a governação e para quê se governa, ou então são todos ignorantes. Porque, casos desses tipo eram de imediato sanados”.
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O fim da corrupção e impunidade passa por “valores morais”

Fonte :KUP
O fim da corrupção e impunidade passa por “valores morais”
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A posição foi transmitida este domingo, 03 de Dezembro de 2017, no programa “Farol Juvenil”, da Rádio Despertar, que abordou o tema: “O Combate a Corrupção e a Impunidade na Administração Pública”, tendo incentivado a transmissão da educação e valores para o fim do problema.

Edmeu Kiame, estudante de gestão de empresa, defende maior educação política, a separação de poderes, e a despartidarização do estado para o combate a corrupção e impunidade.

“Primeiro devíamos apostar mais na educação política e, segundo, devíamos ter mesmo a verdadeira separação de poderes em Angola, que não existe. E, depois devíamos é terminar com o fim da cultura de partido estado”.

Mbanza Hanza, activista cívico, apela ao cultivo de boas práticas, a refundação de um modelo de ensino que produza valores, e a solução afrocentrica que se baseia na resolução dos problemas dos africanos tendo em conta a essência do africano.

“O fim da corrupção está no incentivo das boas práticas. Não só às leis, porque as leis são facilmente ludibriadas, não à essa questão da bajulação constitucional, a refundação de um modelo de ensino que produza valores, que produza a auto-estima, que produza orgulho, e especialmente (…) e a solução afrocentrica ou seja as soluções para os problemas de África devem levar em conta o africano e aquilo que o constrói, e aquilo que nos constrói é a sociedade oral, é a moralidade em primeiro lugar”.

Hélder Chiyutu, Jurista e Analista Social, entende que o fenómeno corrupção, deriva da falta de consciência moral, que consubstancia-se na perca da matriz educacional. Considera ainda, ser o problema, repercussão do flagelo do passado que afecta a sociedade.

“Eu penso que, muitas vezes tal situação sucede por quê, por causa de uma questão também de consciência moral. Quando perdemos a questão de consciência moral, perdemos a questão de matriz educacional. E dizia, Gerard Moscow, compreederíamos que as pessoas devem se dedicar todos os dias a aprender a ensinar, aprender bons actos obviamente. Para dizer que, nós temos uma sociedade que vem ainda de um flagelo do passado e que isso se tem repercutido até hoje”.
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martes, 5 de diciembre de 2017

Deputados da UNITA visitam instituições sanitárias para saudar dia do SIDA

Fonte :KUP
Deputados da UNITA visitam instituições sanitárias para saudar dia do SIDA
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O Grupo Parlamentar da UNITA realizou na tarde de sexta-feira, 01 de Dezembro de 2017, visitas de auscultação e constatação ao Instituto Nacional de Luta contra o SIDA e ao Hospital Esperança, no âmbito das celebrações do dia mundial da luta contra o SIDA que se assinala nesta data.

A Directora do Instituto Nacional de Luta contra o SIDA, Maria Lúcia Mendes Furtado, que recebeu a delegação que visitou o Instituto em sua supervisão, composta pelos Deputados Rubén Sicato e Manuel Ekukui, disse ter sido o encontro salutar e bom que, serviu para inteirar-se de como as Instituições podem ajudar no combate contra a doença.

“Foi uma visita boa, salutar. Deu para identificarmos as áreas em que podemos obter apoios, juntar as sinergias. Porque afinal o problema da luta contra SIDA é um problema de todos temos que estar de uma maneira coordenada para podermos atingir os nossos objectivos”.

“Segundo o inquérito de indicadores múltiplos de saúde 2015-2016, aponta uma prevalência em Angola de dois por cento (2%). Bem, quer dizer que, em cada cem pessoas são infectadas. São cálculos que se encontra através de metodologias específicas. No caso foi na população geral. Porque, de 2004 à 2013, nós utilizávamos um metodologia que os estudos eram feitos na mulher grávida em consulta pré-natal. E, havia apenas onze municípios que representavam a área rural, já esse estudo é mais representativo, porque abrangeu mais áreas rurais, tem também uma boa percentagem de homens que participaram no estudo, e então essa metodologia é mais próxima à realidade”, disse a responsável sanitária.

O Deputado Rubén Sicato, coordenador da delegação a Instituição de Luta contra o SIDA disse que a comissão apercebeu-se da evolução da Instituição no âmbito dos trabalhos que vem realizar e sobre o estado da doença em Angola, e na ocasião o membro do Grupo Parlamentar da UNITA congratulou-se pelo encontro proporcionado, durante duas horas.

“Nós conseguimos nos aperceber da evolução que o Instituto Nacional de Luta contra o SIDA tem estado a ter. Tivemos a informação sobre o nível de prevalência em Angola e a sua distribuição em função das diversas províncias. E, nós achamos que é uma luta que Angola tem que levar um pouco com mais intensidade, para que consigamos ter um país com uma taxa de prevalência cada vez mais baixo”, disse, realçando que o governo aumente o orçamento cabimentado ao sector da saúde para melhorias das acções desta área.

“Devo dizer que, neste momento estamos todos à espera do Orçamento Geral do Estado que vai ser discutido a partir do dia 18 de Dezembro se se mantiver o calendário. E, esperamos que nessa altura o executivo possa prever para sector de saúde uma dotação aumentada em relação aquilo que tem sido”.
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Técnicos de enfermagem em greve na Província de Luanda

Fonte :KUP
Técnicos de enfermagem em greve na Província de Luanda
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Depois de terem suspenso a greve do dia 13 de Novembro deste ano, na esperança de verem resolvidas as suas reivindicações pelo governo de Luanda num curto período, os técnicos de enfermagem decidiram esta quinta-feira, 30 de Novembro de 2017, pôr fim às consultas em todas Unidades Hospitalares da Província, na sequência da falta de atendimento às suas reclamações.

Afonso Kileba Secretário-geral adjunto dos enfermeiros realça que, são vários assuntos que levam os homens da saúde à suspensão das consultas. Uma das questões é o não pagamento dos subsídios aos enfermeiros para suprir a escassez de médicos que existe no sector, conforme o exposto na carta negocial entre os profissionais de enfermagem e o governo de Luanda, datado de Janeiro de 2012.

“Temos um processo reivindicativo que já dura seis anos. Foi negociado no dia 9 de Janeiro de 2012, na qual onde se faz menção de vários assuntos ligadas à área da enfermagem. No que tange o pagamento de subsídio de retroactivo da nova Carta de Enfermagem que é o decreto 54, no que tange o pagamento de subsídio de consulta, aqueles serviços que os enfermeiros fazem para além das suas responsabilidades; para além das suas responsabilidades são deslocadas e, fazer as consultas são responsabilidades dos médicos E, por necessidade imperiosa da própria instituição, então os enfermeiros têm feito cobro a esse serviço”.

Outra temática que obrigou os técnicos de enfermagem a revindicação prende-se com a promoção da carreira, a reformulação das funções destes profissionais, negociados há seis anos.

“Mas esse processo negociado no dia 9 de Janeiro, foi negociado de que, aqueles profissionais que funcionam, que trabalham em centros, hospitais e postos onde não existe médicos, para colmatar essa dificuldade deviam-lhe ser pago ou adicionar para além do seu salário base. E, foi isso que aconteceu. Assinamos, dentre outros assuntos, tanto na promoção da carreira, a revogação do próprio decreto que, é nesse caso a reformulação da carreira e, são assuntos que foram negociados já há seis, mas até a data presente o governo não coloca a aquilo que são os anseios dos profissionais ora negociados nesse dia, que é dia 9 de Janeiro no Comité Provincial do Partido MPLA”.

Segundo o responsável, “O que nós pretendemos nessa altura é que, é suspender todas as consultas que esses profissionais têm vida a fazer, uma vez que o governo não quer honrar os seus compromissos ora assinados. A partir de amanhã às 07h00 todos os centros, hospitais e postos de saúde onde esses profissionais trabalham não deverá haver consultas, mas sim aquele serviço ligado à enfermagem, nesse caso avaliar os sinais vitais e mandar o doente ao médico, o médico depois medicar e orientar o enfermeiro para poder não cumprir outros procedimentos ligadas à área de enfermagem. Agora, prescrever medicamentos, isso não vai acontecer nas nossas unidades sanitárias a partir de amanhã as 07h00 e em todos os centros e hospitais aquele em que eles funcionam”.

Para paralisação dos Profissionais neste primeiro das reclamações fez-se sentir aos pacientes que acorreram a vários centros de saúde, causando grandes constrangimentos aos solicitantes médicos.
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UMRS incentiva leis para inserção social das zungueiras


Fonte :KUP
UMRS incentiva a concepção de leis para inserção social das zungueiras
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A Secretária Adjunta Nacional da União da Mulher de Renovação Social (UMRS), Bernadete Ernesto apelou esta sexta-feira, 01 de Dezembro de 2017, às mulheres eleitas a Assembleia Nacional à implementação de leis que salvaguardem os direitos das vendedeiras informais e garantir emprego para essa camada social.

A responsável falava aos microfones do Programa “Rádio Mulher” da Rádio Despertar, que analisou sobre a “Constituição do Novo Governo”, saído das eleições de 23 de Agosto último, tendo a responsável dedicado a sua atenção especial às mulheres zungueiras.

“E, para mulheres que foram eleitas, que estão na Assembleia Nacional, que façam programas que ajudem as outras mulheres zungueiras que estão nas ruas, aquelas mulheres que estão nos mercados, não têm emprego”, afirmou.

“Que façam uma aproximação ao governo, que haja emprego para essas mulheres que, elas também encontrem lugar de emprego para as suas famílias, visto que muitas mulheres não conseguem trabalhar e, às vezes essas mulheres não têm habilidades para trabalhar ao governo”, afirmou.

A representante feminina do PRS realçou que, “Então, o mercado, a praça, a zunga é algo em que elas conseguem a sobrevivência ou a sustentação das suas famílias. Então, pedimos que a essas mulheres que estão na Assembleia façam programas que ajudem as outras mulheres que não conseguem encontrar o emprego no mercado formal”.

Foram convidadas para o espaço de rádio as representantes de demais organizações partidárias femininas dos Partidos Políticos do País, que não compareceram ao programa.

martes, 28 de noviembre de 2017

Analistas defendem investimentos

Analistas defendem investimentos no sistema de saúde
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Duas crianças da mesma família no Município de Cacuaco, zona da Burgalheira, morreram por uma doença não identificada, num curto período de 24 horas, com sintomas de febres e falta de sangue.

O facto mereceu análise dos analistas da Rádio Despertar, este Domingo, 26 de Novembro de 2017, no Espaço “Angola E O Mundo Em 7 Dias”, que passa em revista os principais acontecimentos da semana no país e no mundo.

Agostinho Sikatu, que abordou a situação com apreensão, recordou que, o facto assemelha-se a mais dois problemas sanitários registados no país que, até o momento nunca tiveram esclarecimentos das autoridades governamentais.